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  Publicado em: 16/02/2021
  Alterado em: 26/07/2021
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NOME BOTÂNICO:
Justicia pectoralis Jacq.
FAMÍLIA:
Acanthaceae.
NOME POPULAR:
Chambá, Chachambá, Trevo-cumaru, trevo-do-pará, anador,
DESCRIÇÃO BOTÂNICA:
Pequena erva sempre verde, perene, suberecta, com até 40 cm de altura. Folhas simples, membranáceas, estreitas e longas, medindo 3 a 10 cm de comprimento. Flores de coloração mariscada, muito pequenas. Fruto do tipo cápsula deiscente. Toda a planta desprende um forte cheiro de cumaru algum tempo depois de coletada. Multiplica-se facilmente por estacas ou pequenas porções dos ramos já enraizadas; cresce bem em canteiros formando conjuntos aglomerados globoides, com até 40 cm de altura.
FITOQUÍMICA:
Há uma grande diversidade de classes químicas encontradas nas espécies do gênero Justicia, principalmente alcaloides, ligninas, flavonoides e terpenoides. O principal grupo fitoquímico descrito para J. pectoralis pertence à cumarina, mas também estão presentes nos flavonoides, saponinas, taninos, antraquinonas, ácidos graxos e terpenoides.
MARCADOR:
Informação não encontrada na literatura citada.
ALEGAÇÕES:
Tosse, como expectorante e broncodilatador.
PARTE UTILIZADA:
Partes aéreas.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Oral.
USO:
Adulto e Pediátrico acima de 12 anos.
POSOLOGIA E FORMA DE USAR:
Infusão: 5g (5 colher de chá) em 150 ml (xícara de chá). Utilizar 1 xícara de chá de 2 a 3 vezes ao dia.
FORMULAÇÕES CASEIRAS:
Informação não encontrada na literatura citada.
CONTRAINDICAÇÕES:
Pacientes com problemas de coagulação e em uso de anticoagulantes e analgésicos.
EFEITOS ADVERSOS:
Informação não encontrada na literatura citada.
CURIOSIDADE E INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:
A denominação pectoralis refere-se a "peito" em alusão ao amplo uso em distúrbios do aparelho respiratório, e o chá das folhas é tradicionalmente utilizado como broncodilatador e antiinflamatório.
REFERÊNCIAS:
BIESKI, IGC, MARI GEMMA, C. Quintais medicinais. Mais saúde, menos hospitais - Governo do Estado de Mato Grosso. Cuiabá. 2005.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria Colegiada n. 10, de 9 de março de 2010. Dispõe sobre a notificação de drogas vegetais junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Diário Oficial [da] União da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 10 mar. 2010d. Não paginado. Disponível em: . Acesso em: 26 jul. 2021.
GUPTA, MP et al. 270 plantas medicinais iberoamericanas. CYTED. Colômbia. 1995.
MATOS, FJA. As plantas das Farmácias Vivas. Fortaleza. 1997a.
MATOS, FJA. Farmácias vivas. UFC Edições. 3ª ed. Fortaleza. 1998.
MATOS, FJA; VIANA, GSB; BANDEIRA, MAM. Guia fitoterápico. Fortaleza. 2001.
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