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  Publicado em: 16/02/2021
  Alterado em: 26/07/2021
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NOME BOTÂNICO:
Malva sylvestris L.
FAMÍLIA:
Malvaceae.
NOME POPULAR:
Malva, malva-alta, malva-de-botica, malva-grande, malva-maior, malva-rosa, malva-selvagem, malva-silvestre, malva-verde, rosa-chinesa, rosa-marinha.
DESCRIÇÃO BOTÂNICA:
Planta herbácea, bianual ou perene, ereta ou decumbente, ramos com casca fibrosa, de 40-70 cm de altura, nativa da Europa e ocasionalmente cultivada no sul do Brasil. Folhas simples, com nervação palmada, de margens lobadas e irregularmente serreadas, revestidas de pelos ásperos, de 7-15 cm de comprimento. Flores vistosas de cor púrpura ou vários tons de rósea, dispostas solitariamente nas axilas foliares, Os frutos são aquênios discóides semelhantes aos das nossas "guanxumas". Ocorre no Brasil a espécie Malva parviflora L., com características e nomes populares um tanto semelhantes a esta e, ocasionalmente empregada como substituto.
FITOQUÍMICA:
A análise fotoquímica registrou a presença de 10 a 20% de mucilagem, acompanhada de menores quantidades de caroteno, vitaminas C e do complexo B. As sementes secas contêm 18 a 25% de proteínas e cerca de 35% de gordura.
MARCADOR:
Informação não encontrada na literatura citada.
ALEGAÇÕES:
Afecções respiratórias como expectorante. Contusões e dos processos inflamatórios da boca e garganta.
PARTE UTILIZADA:
Folhas e flores.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Oral e Tópico
USO:
Adulto.
POSOLOGIA E FORMA DE USAR:
Oral: Infusão: 2g (1 colheres de sobremesa) em 150 ml (xícara de chá). Utilizar 1 xícara de chá 4 vezes ao dia.
Tópico: Infusão: 6g (2 colheres de sopa) em 150 ml (xícara de chá). Aplicar de 3 a 4 vezes ao dia.
FORMULAÇÕES CASEIRAS:
Informação não encontrada na literatura citada.
CONTRAINDICAÇÕES:
Informação não encontrada na literatura citada.
EFEITOS ADVERSOS:
Informação não encontrada na literatura citada.
CURIOSIDADE E INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:
Informação não encontrada na literatura citada.
REFERÊNCIAS:
ALONSO, JR. Tratado de fitomedicina. Bases clínicas e farmacológicas. ISIS Ed. Argentina. 1998.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria Colegiada n. 10, de 9 de março de 2010. Dispõe sobre a notificação de drogas vegetais junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Diário Oficial [da] União da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 10 mar. 2010d. Não paginado. Disponível em: . Acesso em: 26 jul. 2021.
GARCIA, AA. et al. Fitoterapia. Vademécum de prescripción. Plantas medicinales. 3ª ed. 1999.
PROPLAM - Guia de Orientações para implantação do Serviço de Fitoterapia. Rio de Janeiro. 2004.
SIMÕES, CMO. et. al. Plantas da medicina popular no Rio Grande do Sul. 5ª ed. Editora da Universidade UFRGS. 1998.

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