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  Publicado em: 09/03/2021
  Alterado em: 26/07/2021
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Número de cadastro: 59

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NOME BOTÂNICO:
Senna alexandrina Miller
FAMÍLIA:
Fabaceae.
NOME POPULAR:
Sene, sena, cássia, cene, fedegoso-do-rio-de-janeiro, lava-pratos, sene-de-Tinnevelly, sene-da-Índia, sene-de-Alexandria, sene-de-Cartrum, fedegoso-do-Rio-de-Janeiro, mamangá.
DESCRIÇÃO BOTÂNICA:
É um arbusto ramificado baixo que cresce até 90 cm de altura. A planta tem uma haste lenhosa reta e flores amarelas. É típica de regiões tropicais, que espontaneamente vegeta melhor em locais montanhosos e menos nas proximidades de grandes rios. Os folíolos possuem odor fraco, mas característico e sabor um tanto mucilaginoso e amargo
FITOQUÍMICA:
A espécie S. alexandrina contém glicosídeos hidroxiantracênicos [(2,2 a 3,5%), principalmente senosídeos A e B e pequenas quantidades de senosídeos C e D, aloé-emodina e rheina], flavonoides (derivados do caempferol, isorramnetina e tinnevelina), glicosídeos naftalênicos, antraquinonas oxipreniladas (madagascina [3-iso-penteniloxiemodina] e 3-geraniloxiemodina), mucilagem (galactose, arabinose, ramnose, ácido galacturônico), resinas.
MARCADOR:
Senosídeos.
ALEGAÇÕES:
Constipação intestinal eventual.
PARTE UTILIZADA:
Fruto e folíolos.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Oral.
USO:
Adulto.
POSOLOGIA E FORMA DE USAR:
Decocção: 1g (colher de café) em 150ml (xícara de chá). Utilizar de 1 xícara de chá, antes de dormir.
FORMULAÇÕES CASEIRAS:
Informação não encontrada na literatura citada.
CONTRAINDICAÇÕES:
Não deve ser utilizado por pessoas portadoras de obstrução intestinal, inflamação intestinal aguda (doença de Crohn), colite, apendicite ou dor abdominal de origem não diagnosticada, constipação crônica. Não usar em crianças menores de 10 anos.
EFEITOS ADVERSOS:
Desconforto do trato gastrintestinal, principalmente em pacientes com cólon irritável, mudança na coloração da urina.
CURIOSIDADE E INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:
Não fazer uso crônico (mais de 1 semana). O uso contínuo pode promover diarréia e perda de eletrólitos.
REFERÊNCIAS:
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria Colegiada n. 10, de 9 de março de 2010. Dispõe sobre a notificação de drogas vegetais junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Diário Oficial [da] União da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 10 mar. 2010d. Não paginado. Disponível em: . Acesso em: 26 jul. 2021.
OMS. Organização Mundial da Saúde. WHO monographs on selected medicinal plantas. Vol. 1. 1999.
WITCHL, M et al. Herbal drugs and phytopharmaceuticals. A handbook for practice on a scientific basis. 3 ed. Medpharm. CRC Press. Washington. 2004.

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