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  Publicado em: 12/03/2021
  Alterado em: 26/07/2021
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NOME BOTÂNICO:
Vernonia condensata Baker
FAMÍLIA:
Compositae (Asteraceae).
NOME POPULAR:
Boldo-baiano, boldo, alumã, aloma, aluman, luman, alcachofra, aloma, luman, figatil, boldo-de-goiás, heparém, boldo-chinês, boldo-goiano, boldo-japonês, árvore-do-pinguço, cidreira-da-mata.
DESCRIÇÃO BOTÂNICA:
Arbusto grande ou arvoreta, pouco ramificada, de ramos quebradiços, de 2-4 m de altura, nativa possivelmente da África tropical e trazida ao Brasil ainda nos tempos coloniais pelos escravos. Folhas simples, inteiras, membranáceas, glabras, de 5-12 cm de comprimento, com sabor amargo seguido de doce quando mastigadas. Flores discretas, de coloração esbranquiçada, reunidas em pequenas panículas terminais e axilares de capítulos alongados. O florescimento é discreto e ocorre no verão. Multiplica-se por estacas.
FITOQUÍMICA:
Na sua composição química são documentadas a presença de saponinas, o glicosídeo cardiotônico "vernonina", flavonóides, óleos essenciais e substâncias amargas (lactonas sesquiterpênicas).
MARCADOR:
Informação não encontrada na literatura citada.
ALEGAÇÕES:
Dor e dispepsia.
PARTE UTILIZADA:
Folha.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO:
Oral.
USO:
Adulto.
POSOLOGIA E FORMA DE USAR:
Infusão: 3g (1 colher de sopa) em 150ml (xícara de chá). Utilizar 1 xícara, 3 vezes ao dia, antes das principais refeições.
FORMULAÇÕES CASEIRAS:
Informação não encontrada na literatura citada.
CONTRAINDICAÇÕES:
Informação não encontrada na literatura citada.
EFEITOS ADVERSOS:
Informação não encontrada na literatura citada.
CURIOSIDADE E INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:
Informação não encontrada na literatura citada.
REFERÊNCIAS:
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria Colegiada n. 10, de 9 de março de 2010. Dispõe sobre a notificação de drogas vegetais junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Diário Oficial [da] União da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 10 mar. 2010d. Não paginado. Disponível em: . Acesso em: 26 jul. 2021.
LORENZI, H.; MATOS, F.J.A Plantas medicinais no Brasil. Nativas e exóticas. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2002.

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