Actaea racemosa (L.) Nutt.

1 visualizações
Família Botânica:
Ranunculaceae

Nomes Populares:

Cimicífuga.


Descrição Botânica:

Herbácea perene, medindo entre 1 e 3 metros de altura, rizoma escuro e grosso, folhas grandes, alternas, composta por 2 a 5 folíolos lobulados e dentados. Inflorescência branco-creme brilhantes, de aroma fétido, dispostas em um racemo terminal que aparecem entre o verão e o outono.


Fitoquímica:

Os constituintes mais importantes da cimicífuga são os glicosídeos triterpênicos (acteína, deoxiacetilacteol, 27-deoxiacteína, racemosídeo, cimifugosídeo). Além disso, contém flavonoides, óleo essencial, ácidos orgânicos (acético, butírico, fórmico, isoferúlico, salicílico), ácidos graxos (oleico, palmítico), taninos e 15 a 20% de resina (cimicifugina). Ao contrário de matérias publicadas, essa espécie não contém formononetina, kaempferol nem genisteína.


Marcador Químico:

Glicosídeos triterpênicos expressos em 23-epi-26-desoxiacteína.


Alegações:

Síndrome climatérica, especialmente para alívio dos fogachos e para aumento da massa óssea. Indicada em pacientes que têm contraindicação da reposição hormonal convencional TPM e dismenorreia.


Parte Utilizada:
Rizomas.

Via de Administração:
Oral.

Uso:
Adulto.

Posologia Recomendada:

Extrato seco (IN 02/2014): Extrato seco padronizado em glicosídeos triterpênicos expressos em 23-epi-26-desoxiacteína: 2 a 7 mg ao dia.

Dose diária (MFFB): 6 mg extrato seco (extrato etanólico). 40 a 200 mg de rizomas secos de cimicífuga diariamente divididos em doses ou 0,4 a 2 mL da tintura (1:10) em etanol a 60%, diariamente. A raiz em pó ou o chá 1 a 2 g, três vezes por dia.

TEMPO DE UTILIZAÇÃO: Não deve ser utilizada por mais de 6 meses. O tempo de uso depende da indicação terapêutica e da evolução do quadro acompanhado pelo profissional prescritor.

PRESCRIÇÃO: Fitoterápico, somente sob prescrição médica


Formulações Caseiras:

Segurança e Restrições:
Contraindicações:

Contraindicada na gestação e na lactação.

Efeitos Adversos Possíveis:

Doses excessivas levam a náuseas, vômitos, vertigem, bradisfigmia, transtornos nervosos e visuais.


Notas do Especialista:

Referências Bibliográficas:

Voltar à Fitoteca