Harpagophytum procumbens DC.

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Família Botânica:
Pedaliaceae.

Nomes Populares:

Garra-do-diabo, harpagófito.


Descrição Botânica:

Informação não encontrada na literatura citada.


Fitoquímica:

Possui glicosídeos iridoides (harpagosídeo, harpagídeo, procumbina, procumbosídeo e seus ésteres p-cumarínicos), que representam cerca de 0,5 a 3% da droga vegetal seca, glicosídeos fenólicos (verbascosídeo, acetosídeo, isoacetosídeo e biosídeo), flavonoides (caempferol, luteolina), fitoesteróis (β-sitosterol, estigmasterol), triterpenoides pentacíclicos (ursanos, oleananos), ácidos orgânicos (ácido cafeico, ácido cinâmico e ácido clorgoênico), aminoácidos e arpagoquinona. Os tubérculos secundários contêm, aproximadamente duas vezes mais harpagosídeos que os tubérculos primários.


Marcador Químico:

Harpagosídeo.


Alegações:

Dores articulares (Artrite, artrose, artralgia).


Parte Utilizada:
Raiz.

Via de Administração:
Oral.

Uso:
Adulto.

Posologia Recomendada:

Infusão: 1g (1 colher de chá) em 150 ml (xícara de chá). Utilizar 1 xícara de chá, 2 a 3 vezes ao dia.


Formulações Caseiras:

Informação não encontrada na literatura citada.


Segurança e Restrições:
Contraindicações:

Não utilizar em portadores de úlceras estomacais e duodenais.

Efeitos Adversos Possíveis:

 Informação não encontrada na literatura citada.


Notas do Especialista:

 Informação não encontrada na literatura citada.


Referências Bibliográficas:

TF, 2008. BRASIL, 2010a. SAAD, G. A. et al., 2016.


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